| História das Palavras Cruzadas |
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As sensatas, ousadas e, às vezes, cômicas tentativas de decifração do Disco de Festos. |
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Quebrando a Cabeça de Cientistas e Leigos
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As discordâncias começam nas respostas à pergunta: que linguagem é essa? Eslava, basca, protobíblica? Finlandês, grego antigo? Também não há concordância quanto ao local de origem do disco: Anatólia (antiga Ásia Menor) e Creta são as escolhas mais freqüentes.
O significado dos símbolos é o principal ponto de conflito:
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| Ainda não há uma interpretação do "texto" do Disco de Festos plenamente aceita pela comunidade científica. Ele continua sendo o mais antigo enigma lingüístico não decifrado pelo ser humano, em plena era dos computadores. |
| Mais de uma dezena de livros foram escritos exclusivamente sobre o disco, três deles lançados em 1999: Le Dechiffrement du Disque de Phaistos (A Decifração do Disco de Festos), de Jean Faucounau; Evidence for Hellenic Dialect in the Phaistos Disk (Evidências de um Dialeto Helênico no Disco de Festos), de Steven Fischer; e The Bronze Age Computer Disc (O Computador da Idade do Bronze), de Alan Butler, os dois últimos à venda nas livrarias virtuais. No livro "O Computador da Idade do Bronze", Alan Butler defende a tese de que, com aquele minúsculo disco, o usuário podia calcular tanto a hora do dia quanto a posição em que ele se encontrava, com a mesma precisão dos mapas e dos relógios criados alguns milênios depois. |
Capa do livro de Alan Butler
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Há várias páginas da Web dedicadas ao tema, algumas delas contendo uma seção que apresenta as mais recentes tentativas de decifração dos símbolos do Disco de Festos. Eis os principais motivos que tornam problemática essa tarefa:
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O Disco de Festos em "Cracking Codes"
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"Algumas escritas egéias provaram ser mais recalcitrantes do que a Linear B, entre elas a Linear A, a escrita pictográfica minóica e a escrita do Disco de Festos. Esse último é um disco de argila com 242 signos impressos que foram feitos por 45 matrizes diferentes. Esses 45 signos são provavelmente silábicos, mas eles permanecem indecifrados, apesar das muitas alegações em contrário. É possível que o Disco de Festos, que pode ser datado de 1700 a.C., não tenha sido produzido em Creta, onde foi encontrado, mas que tenha sido levado para lá de outro lugar."
Por curiosidade, repare na relativa semelhança do calendário asteca, reproduzido abaixo, com o Disco de Festos. Os dois objetos estão separados mais de 2000 anos, quanto à data de criação: |
O calendário asteca
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| Na próxima página, leia a conclusão sobre a importância do Disco de Festos para a história das palavras cruzadas. |
| Referências |
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Cracking Codes, Richard Parkinson, University of California Press, Los Angeles, 1999 "Enciclopédia Mirador Internacional", Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda, São Paulo, 1977 Site do livro The Phaistos Disc Unravelled (já extinto) Site pessoal de Alan Butler (já extinto) Site Phaistos Disk Decipherment Update Site Portal Disk (já extinto) Site The Millennium Foundation of Canada |
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Páginas iniciais: Roteiro Romanceado | História | Índice
| Ancestrais | O Disco de Festos
Autor: Sérgio Barcellos Ximenes
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